"The EU is working for a level playing field, pushing to close the gender pay gap and give equal access to decision making."
O UBIgual é um projecto promovido pela Universidade da Beira Interior e co-financiado pela União Europeia e Estado Português,no âmbito da Tipologia 7.2 do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) do QREN, tendo como organismo intermédio a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.
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quarta-feira, 20 de março de 2013
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Transe

Este filme relata a história de Sónia, uma das muitas mulheres, que abandona o namorado e a família, em São Petersburgo, na Russía, e decide partir sem olhar para trás em busca de uma vida melhor noutro país. Sónia vai conhecer a ilusão de uma vida nova e o inferno daqueles a quem a vida parece nada ter para dar. Ao entrar inocentemente numa rede de tráfico de mulheres atravessa toda a Europa, primeiro pela Alemanha, depois Itália, para acabar no extremo oposto, em Portugal, ela vai conhecer toda a miséria e degradação que o tráfico e a exploração dos mais fracos provoca.
Um filme sobre a exploração e tráfico de mulheres que a realizadora Teresa Villaverde explica a partir das palavras de Santa Teresa de Ávila:
"Estamos no início do século XXI e o cão ladra em toda a parte".
Este filme é perturbador e comovente. Um retrato impressionante de uma realidade na qual ninguém quer acreditar, e que no entanto, existe. Infelizmente o tráfico de mulheres aumenta de ano para ano, e por mais que nos pareça inacreditavel, incencebível, surpreendente - Portugal faz parte da Rota do Tráfico.
Para mim, um dos melhores filmes portugueses.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
o novo filme de Abbas Kiarostami é sobre as mulheres..
"As mulheres são mais emocionais, complexas e belas" diz-nos Kiarostami, que acaba de estrear um filme em que "elas choram, sorriem, desviam o olhar... É para os rostos de uma centena de mulheres iranianas (e uma francesa, Juliette Binoche) que vamos olhar durante a hora e meia de "Shirin", que estreou em Lisboa e no Porto"
Kiarostami diz, no entanto, que este não é um filme feminista, antes "mostra a universalidade da feminilidade." Sem dúvida parece interessante para ver e/ou debater!
Sugiro a leitura da entrevista completa em ipsilon.publico.pt (clique no título do post para aceder)
Kiarostami diz, no entanto, que este não é um filme feminista, antes "mostra a universalidade da feminilidade." Sem dúvida parece interessante para ver e/ou debater!
Sugiro a leitura da entrevista completa em ipsilon.publico.pt (clique no título do post para aceder)
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Filme: Mulheres Perfeitas
Titulo original: (The Stepford Wives)
lançamento: 2004 (EUA)
direção: Frank Oz
atores: Nicole Kidman , Bette Midler , Matthew Broderick , Christopher Walken , Faith Hill, Glenn Close.
duração: 115 min
É uma comédia agradável este filme é um remake de 1975, cujo roteiro foi inspirado no livro de Ira Levin. Joanna (Nicole Kidman) é uma alta executiva de uma emissora de tv, cujos programas tornam cada vez mais agressivos os homens e as mulheres que defendem a emancipação das mulheres. Ela é destituída do seu cargo quando um ex-participante de um dos seus programas tenta assassiná-la para vingar-se do fato de sua mulher tê-lo trocado por "outros namorados". Traduzindo para a nossa realidade, o programa seria uma espécie de Big Brother, no qual surgem relacionamentos entre os participantes. Após o atentado, Joanna é demitida e tem um "crise nervosa". Seu marido, Walter (Matthew Broderick), pede demissão de seu emprego, e abandona Nova Iorque optando por um lugar tranquilo, Stepford, no estado de Connecticut.
Em Stepford as casas são majestosas, não existe corrupção nem crime as mulheres são maravilhosas e obedecem automaticamente os seus maridos e vivem apenas para servi-los, a atmosfera é típica dos anos 50 do século passado.
Desconfiada de tanta "perfeição", Joanna investiga e descobre que as mulheres são simples robôs. O casal formado por Mike Wellington (Christopher Walken) e esposa (Glenn Close) são os líderes locais, mas este maquiavélico plano surge da cabecinha da Sra. Wellington, que por ter sido traída pelo marido, decidiu criar uma sociedade cujos valores familiares fossem preservados.
É uma comédia hilariante, que ao visualizar sobre a perspectiva de igualdade de género destacam-se dois factos muito interessantes:
1) O plano é criado por uma mulher a Sra. Wellington…
2) Os homens de Stepford nunca foram tão felizes…
Porque será? Está aberta a discussão.
lançamento: 2004 (EUA)
direção: Frank Oz
atores: Nicole Kidman , Bette Midler , Matthew Broderick , Christopher Walken , Faith Hill, Glenn Close.
duração: 115 min
É uma comédia agradável este filme é um remake de 1975, cujo roteiro foi inspirado no livro de Ira Levin. Joanna (Nicole Kidman) é uma alta executiva de uma emissora de tv, cujos programas tornam cada vez mais agressivos os homens e as mulheres que defendem a emancipação das mulheres. Ela é destituída do seu cargo quando um ex-participante de um dos seus programas tenta assassiná-la para vingar-se do fato de sua mulher tê-lo trocado por "outros namorados". Traduzindo para a nossa realidade, o programa seria uma espécie de Big Brother, no qual surgem relacionamentos entre os participantes. Após o atentado, Joanna é demitida e tem um "crise nervosa". Seu marido, Walter (Matthew Broderick), pede demissão de seu emprego, e abandona Nova Iorque optando por um lugar tranquilo, Stepford, no estado de Connecticut.
Em Stepford as casas são majestosas, não existe corrupção nem crime as mulheres são maravilhosas e obedecem automaticamente os seus maridos e vivem apenas para servi-los, a atmosfera é típica dos anos 50 do século passado.
Desconfiada de tanta "perfeição", Joanna investiga e descobre que as mulheres são simples robôs. O casal formado por Mike Wellington (Christopher Walken) e esposa (Glenn Close) são os líderes locais, mas este maquiavélico plano surge da cabecinha da Sra. Wellington, que por ter sido traída pelo marido, decidiu criar uma sociedade cujos valores familiares fossem preservados.
É uma comédia hilariante, que ao visualizar sobre a perspectiva de igualdade de género destacam-se dois factos muito interessantes:
1) O plano é criado por uma mulher a Sra. Wellington…
2) Os homens de Stepford nunca foram tão felizes…
Porque será? Está aberta a discussão.
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